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Telemedicina vai reduzir tempo de atendimento do Samu

17/09/2010 - 14h18m

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O tempo de atendimento das chamadas de urgência em caso de pessoas suspeitas de infarto no miocárdio deve cair de oito a dez para quatro minutos, com a disponibilização do sistema de atendimento via telemedicina, implantado em seis das 30 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192). O sistema, inaugurado ontem pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) é pioneiro no Amazonas e na região Norte. Ao ser lançado na base do Samu, localizada na praça Francisco Pereira (Bola da Suframa), bairro Raiz, Zona Sul, o secretário municipal de Saúde, Francisco Deodato afirmou seis ambulâncias do tipo Unidade de Suporte Avançado (USA) passam a operar com o novo sistema dotado de modernos equipamentos que permitirão a realização de exame de eletrocardiograma dentro das ambulâncias.
O novo serviço é fruto de uma parceria entre o Ministério da Saúde (MS) e o Hospital do Coração (HCor) de São Paulo. Porém, a rede de Telemedicina, ligada ao Samu, foi implantada no início deste ano e já funciona em 15 Estados brasileiros. Na semana passada, médicos e enfermeiros do Samu Manaus foram treinados para a implantação do sistema. Segundo o secretário, o serviço foi inspirado no modelo existente na França e é considerado um dos melhores do mundo.
A diretora de Atendimento Especializado em Serviço de Urgência, Cláudia Teixeira da Silva, revelou que, em média, o Samu recebe 1.500 chamadas por dia, dessas 150 são de remoção e dois a três casos são de suspeita de infarto. "As chamadas desse tipo de atendimento (infarto) aumentaram de 10 a 15% e se não forem feitos de forma correta e dentro do tempo estipulado para a resposta (de oito a dez minutos no padrão internacional) pode resultar na morte do paciente", ressaltou.

Como funciona


O novo procedimento que passa a funcionar nas USAs do Samu é feito com a realização do exame de eletrocardiograma ainda dentro da ambulância. A equipe fará a coleta de dados do paciente por meio de eletrodos fixados em seu corpo. Os dados, transformados em sinal sonoro, são transmitidos, via celular, para o HCor. Em São Paulo, a equipe médica faz a leitura das informações, devolve, via celular, um laudo e sugestões de procedimento que funciona como uma segunda opinião para a equipe do Samu Manaus. Todo o procedimento dura entre cinco e oito minutos. A resposta dada pelo HCor leva um tempo médio de um minuto. 


Fonte Jornal Em Tempo

Reportagem: Sídia Ambrósio




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