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Manaus dispõe de variedades médicas

25/09/2010 - 19h02m

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Presidente do CRM afirma que Manaus possui um dos melhores atendimentos nos setores de urgência e emergência do paísCidade está de acordo com a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), que preconiza um médico para cada mil habitantes.
 
 
Manaus atende às recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), que determinam um médico para cada mil habitantes. A capital disponibiliza, hoje, de um total de 2.790 profissionais, com especialidades nas 54 áreas reconhecidas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). A informação foi divulgada pelo presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), o cirurgião-geral e vascular José Bernardes Sobrinho.
Segundo Bernardes, Manaus não "perde" para as demais capitais brasileiras, uma vez que disponibiliza profissionais nas 54 especialidades, entre elas 128 profisionais na área de anestesiologia, 147 cirurgiões gerais, 151 especialistas na área de Medicina do Trabalho, 48 cardiologistas, 220 pediatras, além de dois especialistas nas áreas de neorologia pediátrica e cinco cirurgiões de cabeça e pescoço. Ele informou, ainda, que a única área onde há carência de profissionais é na Medicina Geriátrica. "Atualmente, temos um número bom de profissionais em várias especialidades. Para se ter uma idéia, quando vim morar em Manaus, há 38 anos, tinha apenas 231 médicos registrados no CRM. Hoje, a quantidade de médicos é muito superior àquela época. A única especialidade que temos poucos médicos é na área de geriatria, onde há apenas dois profissionais", relatou.
Conforme Bernardes, a capital pode contar com a formação acadêmica de Medicina de três universidades. Ele afirmou que a maioria dos profissionais que se formam em Manaus acaba trabalhando no Amazonas, mas há casos de profissionais que fazem especialização em outros estados brasileiros, mas que acabam retornando à casa. "É bastante comum observar médicos estrangeiros revalidarem o diploma na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e, sem seguida, atuarem em outras cidades do País. Nos últimos cinco anos, a Ufam revalidou 450 diplomas. Deste total, apenas 70 optaram em trabalhar no Amazonas, dos quais 20 seguiram para para o interior", explicou.
Segundo o presidente do CRM, a Ufam, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a UniNilton Lins juntas formam, anualmente, aproximadamente 250 profissionais de Medicina. Ele disse que dentro de pouco tempo, o Amazonas vai dispor de um número que vai superar a recomendação da OMS. "Dez anos atrás, somente a Ufam formava médicos. Atualmente, contamos com a UEA e a Nilton Lins. Espero, que nos próximos anos, tanto a capital quanto o interior do Estado possam disponibilizar vários profissionais capacitados", disse.

Fonte: skyscrapercity.com



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