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Cirurgias minimamente invasivas diminuem os traumas causados em procedimentos cardíacos

28/09/2010 - 12h42m

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A cirurgia minimamente invasiva está se tornando um procedimento cada vez mais aplicado na área cardíaca. O HCor – Hospital do Coração em São Paulo já realizou mais de 20 procedimentos cardíacos menos invasivos desde 2009, entre eles troca da válvula mitral, fechamento de comunicação interatrial, revascularização do miocárdio, tratamento de endocardite, entre outros.

 

 

De acordo com o cirurgião cardiovascular do HCor, Stêvan Krieger Martins a cirurgia está se expandindo no Brasil, devido a redução dos traumas causados ao paciente, além de diminuir o período pós-operatório "Utilizando incisões menores, como é o caso das cirurgias minimamente invasivas causamos menos traumas e consequentemente o paciente sente menos dor. Além disso, ocorre menor perda de sangue e as chances de ocorrer uma infecção são menores.

Outro fator importante é o tempo de recuperação, que se torna menor com essa técnica. Todos esses fatores associados levam a altos índices de satisfação dos pacientes com o procedimento", explica o cirurgião.

Atualmente podemos chamar de minimamente invasivas (ou mini-invasivas) as cirurgias realizadas por meio de pequenas incisões. O procedimento é utilizado em diversas especialidades e inclui a tecnologia vídeo-assistida para a realização da cirurgia, que utiliza o uso de aparelhos vídeo-assistidos, a qual favorece a abordagem das estruturas intratorácicas de modo geral, tornado o campo de visão mais compreensível pelo vídeo. Para operações efetuadas em regiões mais profundas este é um aspecto muito desejável, pois a visualização da estrutura das válvulas cardíacas é mais detalhada, o que favorece procedimentos de reparo, diminuindo a necessidade de substituição por prótese.

Outro diferencial importante do procedimento é a diminuição do período pós-operatório, que em uma cirurgia convencional chega aos 30 dias enquanto no menos invasivo a recuperação é feita em média em 15 dias. A cirurgia, que é realizada por meio de três ou quatro incisões pequenas é indicada para operações sobre as válvulas cardíacas (mitral e aórtica), para corrigir comunicações interatriais, e até mesmo quando é necessária a confecção de uma ou duas pontes para revascularização do miocárdio. O cirurgião explica que, para alguns pacientes a cirurgia não é indicada, "em casos de emergências, quando existe doença vascular periférica, pacientes com graus avançados de obesidade ou em casos de alta complexidade técnica, esse tipo de procedimento deve ser evitado, pois pode trazer riscos à saúde do paciente cardíaco", completa o cirurgião.

 

Fonte:wordpress.com





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