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NOTA DE ESCLARECIMENTO

23/02/2015 - 21h56m

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No dia 25 de janeiro de 2015 o Jornal A Crítica publicou uma reportagem, no caderno de "Cidades", intitulada "Pai denuncia tráfico de órgão no Amazonas", onde o sr. Naeff Ribeiro fez denúncias gravíssimas contra esta empresa e seus sócios.

A Assessoria de Comunicação do Instituto de Cirurgia do Estado do Amazonas (Icea) entrou em contato com o jornal para esclarecer e contestar que tais denúncias eram infundadas. Nos foi solicitado, então, que encaminhássemos uma nota dando nossa versão dos fatos.

Um documento foi escrito pela Diretoria do Icea, juntamente com a Assessoria Jurídica, e encaminhada ao veículo de comunicação. Mas, infelizmente, o espaço disponibilizado foi infinitamente menor que o concedido ao sr. Naeff Ribeiro para fazer a absurda denúncia. E o documento elaborado pelo Icea sequer foi colocado na íntegra.

Desde que essas denúncias eclodiram, o Instituto de Cirurgia do Estado do Amazonas através de suas assessorias, de Comunicação e Jurídica, tem sido cauteloso em relação às denúncias deste senhor. Essa cautela se deve ao fato do desejo de preservar não só a integridade desta empresa, mas, principalmente, a dos profissionais que são sócios deste Instituto.

Vale destacar que o Icea não está indiferente à esse caso e desde que recebemos esta denúncia nossa Assessoria Jurídica vem acompanhando o caso INCANSAVELMENTE.

Confira abaixo nota elaborada pelo Icea para refutar as denúncias de tráfico de órgãos contra a empresa:

Com relação a reportagem "Pai denúncia tráfico de órgãos", publicada no Jornal A Crítica do dia 25 de janeiro de 2015, que tem como denunciante o senhor Naeff Ribeiro, em que o Instituto de Cirurgia do Estado do Amazonas e seus médicos são citados como parte de quadrilha de tráfico de órgãos esta entidade declara:

Somos uma empresa de cirurgia geral, com cerca de 200 médicos altamente qualificados, com 20 anos de experiência tanto em atendimento cirúrgico adulto e pediátrico, e presente em todas as unidades de urgência e emergência do Estado do Amazonas.

Embora o Sr. Naeff Ribeiro levante várias hipóteses em sua denuncia, tais como a de falso médico, indicação desnecessária de cirurgia, ou até intensão de remoção de órgãos, o atendimento prestado pelo pediatra no Pronto Socorro teve como hipótese o diagnostico de abdômen agudo obstrutivo que foi confirmado pelo parecer do cirurgião plantonista.

Ao analisar o farto material contido nos autos do Conselho Regional de Medicina do Amazonas (CRM/AM) e do Conselho Federal de Medicina (CFM), como prontuários médicos, fichas de atendimento e internação hospitalar, descrições cirúrgicas, etc., vislumbramos que foi concluído que os procedimentos cirúrgicos foram corretos pois o quadro clínico do paciente era compatível com obstrução intestinal de causa desconhecida, que teve como causa morte: falência de múltiplos órgãos e sistemas, choque séptico, sepse, e abdômen agudo cirúrgico. Tratou-se de um caso grave que evoluiu mal apesar de toda atenção e conduta tomadas pelos médicos que atenderam o menor, devendo ser ressaltado que os atendimentos prestados observaram os preceitos técnicos e éticos da profissão.

No entanto, de acordo com o relato familiar, a morte da vitima teria sido ocasionada por traumas de tecidos vitais, após suspeita de queda durante sua internação, especificamente, com fraturas de cabeça e pescoço o que não foram confirmadas.

Foi realizado em 29.05.2013 exumação do cadáver de Boris no Instituto Médico Legal do Amazonas (IML) a pedido da delegada titular, do 8 Distrito Integrado de Polícia (DIP), no autos do inquérito policial de N°078/2013. Com relação a bolsa coletora de urina, é explicado pela técnica de Bogotá onde se coloca uma bolsa coletora de urina estéril em substituição a tela de Marlex na peritoneostomia, não tendo qualquer relação com a falsa alegação de rins retirados. Já a presença de compressas é uma técnica utilizada para controlar hemorragias que não são bloqueadores de raio X.

No que tange a condução jurídica do caso, a Assessoria Jurídica do ICEA, Dra. Adriana Flores, OAB/AM 4.273, informa que houve a instauração do Inquérito Policial que recebeu o número 078/2013 que tramitou junto ao 08o. DIP. O Delegado responsável pelo inquérito concluiu: "(...)verifico que resta afastado o eventual indiciamento por homicídio culposo, por inexistirem elementos de convicção que possam demonstrar que a conduta da equipe médica, em especial do médico chefe da cirurgia, senhor (...), foi negligente, imprudente e imperito." Logo, não houve qualquer imputação de responsabilidade seja na esfera administrativa, (CRM e CFM) seja na esfera criminal .

Manaus, 13 de fevereiro de 2015

Instituto de Cirurgia do Estado do Amazonas - Icea





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